quarta-feira, 24 de junho de 2015

Terapia manual e a cefaleia tensional


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A cefaleia tensional é o tipo mais comum de dor de cabeça. Especialistas estimam que quase 90% das mulheres e aproximadamente 70% dos homens sofreram ou sofrerão dela em algum momento de suas vidas.

Ela é caracterizada por dor cefálica, de caráter constritivo, de intensidade leve a moderada, sendo referida para a superfície da cabeça a partir de estruturas profundas, resultando de estímulos dolorosos intracranianos ou extracranianos, não agravada com as rotinas das atividades de vida diária (AVD's) e tem duração variável entre 30 minutos e sete dias.

Os principais grupos musculares atingidos e responsáveis pelas cefaléias são: esternocleitomastoideo, trapézio, esplênio do pescoço, esplênio da cabeça e também a coluna cervical superior caracterizada pelas vértebras C1 e C2.

A terapia manual corresponde a um conjunto de técnicas associadas, cujos tecidos alvos são os músculos, ossos, articulações, tecidos conjuntivos especializados e cujo poder terapêutico correlaciona-se com o reparo local, além da melhora da função neuromuscular.

Destacam-se dentre a terapia manual as técnicas básicas de relaxamento, massoterapia, reeducação postural, mobilização das vértebras cervicais, alongamentos e técnicas de pompage. Outro procedimento fisioterapêutico é a tração que determina alongamento dos tecidos moles adjacentes à coluna vertebral, objetivando a separação dos corpos vertebrais, determinando alívio da dor e redução do tônus muscular. Há também a mobilização articular que baseia-se na normalização entre o rolamento-deslizamento, que são movimentos fisiológicos da articulação, corrigindo as alterações da mecânica articular

Um bom fisioterapeuta pode reposicionar estas vértebras, "desativar" os pontos gatilhos destes grupos musculares e posteriormente alongar e fortalecer estes grupos, com isso resolvendo em definitivo as suas crises de cefaléias.

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