sexta-feira, 23 de dezembro de 2016

Osteopatia trata paciente de forma global


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A busca pelo bem-estar e qualidade de vida tem se tornado parte da rotina do ser humano contemporâneo. Dentre as mudanças e aquisições de hábitos, métodos preventivos e corretivos, como a Fisioterapia, têm se mostrado eficazes para a manutenção e promoção da saúde em qualquer idade.

No Brasil, a Osteopatia também vem ganhando espaço como forma de diagnosticar disfunções de mobilidade e tratar as patologias. Por evitar o uso de medicamentos e procedimentos cirúrgicos, a Osteopatia destaca-se como especialidade da Fisioterapia em função de utilizar técnicas de manipulação de articulações, músculos e ossos e de tratar o paciente de forma global, curando-o de sua disfunção e promovendo a prevenção de outras doenças.

A técnica consiste em diversas manipulações que ajudam a alinhar o corpo para que os órgãos possam trabalhar sem a sobrecarga ou disfunções.

Para essa prática, criada por um cirurgião americano, o sistema neuro-músculo-esquelético é regulador de todos os outros sistemas, por isso mesmo as disfunções e os sintomas advindos delas podem não ser só uma manifestação de doença, mas uma situação que colabora com a própria doença.

Uma vez que o problema seja encontrado e a função recuperada, o próprio organismo pode se autorregular e curar, uma vez que  os obstáculos que promovem a doença estão eliminados.

O tratamento começa com uma avaliação minuciosa, onde é conhecida a história desse paciente para que sejam identificados sinais e sintomas de possíveis disfunções. O exame clínico também é solicitado pelo especialista. Somente após essa avaliação o tratamento é iniciado; com técnicas específicas e individualizadas para cada paciente. 

O resultado da osteopatia aparece rápido. Em casos mais brandos, basta apenas uma sessão para o paciente realinhar o corpo. Nos casos mais graves são feitas sessões semanais e, com a melhora do quadro clínico, o tempo entre uma sessão e outra pode ficar mais espaçado. O tratamento não possui contraindicações.

Embora seja essencialmente manual, sem a necessidade de procedimentos invasivos ou auxílio de farmacoterapia, nada impede que o osteopata conte com o apoio de outros profissionais da área de saúde, que também podem aliar as técnicas de manipulação com auxílio de exercícios físicos, posturas e nutrição que ajudam a acelerar os resultados.


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